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| Nem veado nem tigre nem foto de mato me dâo a paisagem selvajem de teus olhos Va divagaçâo se nem um gnomo te nomeia Estás perdida Fora de montanha e de lago estás suja de rua de horas estranhas Te resta buscar el refúgio feroz dos meus braços com espinhas Pelos portos do mundo nascem vegetaçôes de ferro Te resta a piedade das coisas domésticas e animar o fogo que consome o meu corpo. |
Leonardo
Garet
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Traduçâo: Nadja Boelter
Grupo Literario de Artigas
Unión de Fronteras Livramento-Rivera
Artigas- Quaraí - 2001
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